Arquivo

Arquivo de abril, 2008

Monitore o que falam de você na Internet

20, abril, 2008
OPML iconImagem via Wikipedia

Quem tem um blog na Internet gosta de ser citado em outros blogs. Todo mundo é assim. Claro que nem todo mundo gosta de ser citado em qualquer lugar — principalmente os blogueiros intelectualóides, que se sentem ofendidos ao serem citados por um blog “popular” — mas todo mundo adoraria, creio, poder saber quem anda falando o quê.

Quem usa WordPress de certa forma fica informado pela “dashboard” da movimentação que chegar até os índices do Google (ou do Technoratti), mas nem sempre isso é suficiente.

Para amenizar esta deficiência, ou melhor, para expandir essa funcionalidade, recomendo visitar a página Buzz monitoring – Como acompanhar o que se diz sobre si ou sobre a sua marca online e gerar um OPML que pode ser importado pelo seu leitor de fides, a fim de oferecer uma maneira fácil e centralizada de acompanhar tudo o que falar sobre um determinado assunto na Internet.

Um arquivo OPML na verdade é um arquivo padronizado no formato XML, que transporta consigo informações de fides dos quais uma pessoa possa ser assinante. Este recurso permite que se transportem assinaturas entre diversos leitores diferentes, e no caso específico permite que se adicionem rapidamente as assinaturas a todas as fontes usadas no “monitor de burburinho”.

Pode ser muito útil também para encontrar splogs que estejam roubando o seu conteúdo. Mas isso talvez até nem seja uma grande vantagem, haja vista a dificuldade de se fazer alguma coisa contra estes safados.

Janio Sarmento SEO, Serviços Online , , , , , , ,

Repositório oficial chega aos 2000 plugins

20, abril, 2008

No início da tarde deste domingo, o repositório oficial de plugins do WordPress chegou a marca de 2000 plugins cadastrados, testados e aprovados. Este repositório é local mais seguro para se achar e usar uma extensão por vários motivos; entre eles, está a segurança de se usar um plugin que foi testado e aprovado, sem perigo de estar usando uma possível “bomba” no seu WordPress. Não que você deva evitar todo e qualquer plugin lançado fora dele, mas estando listado por lá, é uma segurança a mais que você tem para não correr o risco de ter uma brecha no seu blog ou um próprio código malicioso instalado por você.

Outro excelente recurso é que com o advento do WordPress 2.5, versão atual e recém lançada do CMS, usando um plugin do repositório oficial você fica livre do trabalho de procurar atualizações pra ele. Todo e qualquer programador que quiser disponibilizar um plugin no Extended DEVE utilizar o SVN (ou Subversion), que faz o controle automático das versões lançadas e o WordPress instalado no seu servidor identifica-as dessa forma, solicitando o upgrade.

Se você fez um plugin e quer colocá-lo nessa lista, o WordPress faz apenas uma exigência: que ele esteja de acordo com as licenças GPL.

Curiosidade: o primeiro plugin brasileiro a ser aprovado pela equipe do WordPress foi o WP-HotWords, do Bernabauer.

Daniel Becher Plugins ,

Like-Digg Adaptado – Divulgue seu blog

16, abril, 2008

O Celso Júnior há algum tempo atrás criou o plugin Like-Digg, que insere links para adição dos posts do blog em alguns serviços brasileiro de agregadores de conteúdo em redes sociais. Entretanto, senti a necessidade de alterá-lo, removendo alguns serviços que não uso e adicionando alguns serviços que apareceram e são muito úteis na difícil tarefa de divulgar um blog, criando referências para conteúdo relacionado. Chamei-o de Like-Digg Adaptado.

A função dele é basicamente inserir no rodapé de cada post (ou onde você achar melhor, dentro do looping do the_content() no single.php) os ícones do REC6, Linkk, Gafanhoto, Ueba, Delicious e do recém lançado BlogBlogs BookMarks com o link para a inserção automática do referido post na rede social correspondente. Compartilho com vocês:

Download
Download Like-Digg Adaptado Version 0.1

Instalação

Suba o arquivo like-digg-br.php dentro da pasta wp-content/plugins

Vá ao menu Plugins/Extensões e ative-o

Insira os códigos correspondentes as redes que você quer adicionar no arquivo single.php do seu tema, exemplos:

  • Para usar apenas o BlogBlogs: <?php blogblogs();?>
  • Para usar BlogBlogs e Gafanhoto: <?php blogblogs();?> <?php gafanhoto();?>
  • Para usar todos os disponíveis: <?php rec6();?> <?php linkk();?> <?php ueba();?> <?php delicious();?> <?php gafanhoto();?> <?php blogblogs();?>

Salve o arquivo single.php e substitua no servidor. Feito!

Daniel Becher Geral

Como comprar domínios .com.br sem CNPJ? Agora é possível!

16, abril, 2008

Quem já tem domínio registrado na NIC.BR com extensão .br já deve estar sabendo, mas hoje o Registro.br informou a todos os proprietários de domínios brasileiros uma mudança nas regras que vai agradar muita gente: agora é possível registrar domínios .com.br SEM CNPJ, ou seja, apenas com o CPF do titular.

Entretanto, avisam: as pessoas que fizerem registro de domínios com CPF estarão sujeitas as mesmas regras que valem para as pessoas jurídicas.

O registro de .com.br sem CNPJ poderá ser feito a partir do dia 1º de Maio, quando entra em vigor essa nova regra.

Daniel Becher Geral

5 bons motivos para você NÃO blogar em serviços gratuitos

10, abril, 2008

Você vê uma notícia no Jornal Nacional sobre a gripe do frango e estranhamente passa a comer menos coxas de galinha no almoço de domingo, dando preferência a um excelente churrasco de costela. Mal surgem rumores de que o leite de vaca está batizado com alguma porcaria e logo você começa a ignorar o milk shake de ovomaltine do Bobs, não come mais iogurte e acaba tomando Coca-Cola no café da manhã. Se o jornal sensacionalista da Rede Record faz uma matéria sobre o mel-de-abelha adulterado você evita até xarope pra tosse, preferindo pulverizar seus perdigotos por semanas a fio na cara das pessoas. Isso sem contar que você desce a lenha nos fabricantes dos referidos produtos de qualidade duvidosa sob forma de post.

Por quê diabos, então, que quando alguém fala que você precisa deixar de ser amador e comprar um domínio e hospedagem — que é mais barato que aquela bosta de telefone de última geração que você comprou que só falta servir cafezinho mas como foi muito caro você fica dando toquinho coisa de pobre nos amigos — você fica cheio de nove-horas, dizendo que isso é papo de vendedor de hospedagem, coisa e tal? Não é cagar regra, gente, não é querer ganhar cinco pratas por mês de hospedagem (não pensem vocês que quem vende ganha muito).

Eu, por exemplo, tenho uma conta de revenda de hospedagem (a única que se adequou às minhas necessidades). Mas acabo não vendendo todo o espaço disponível lá, porque simplesmente 5 reais de lucro por mês não paga NEM o meu café da manhã. Contando que eu devo gastar uns 10 incluindo o cigarro, eu precisaria NO MÍNIMO ter 60 clientes me perguntando como criar uma conta de e-mail no “súper-díficil-complicado” CPane1 pra não sair no prejuízo.

Não, eu não vou dizer que o WordPress (disclaimer: este link pode não funcionar nas próximas semanas) é podre ou que o BlogSpot é feio, bobo e mau. Pelo contrário, são serviços funcionais. Mas menos que um leite de vaca contaminado, ele pode te trazer alguns atrasos de vida. Simplesmente porque…

  • Você NÃO tem controle total sobre os dados que você publica neles. Se por acaso eles decidirem fechar, uma cláusula daquele contrato que você NÃO leu os protege de um processo qualquer na justiça.
  • Você NÃO tem personalidade ou identidade. Você não pode investir muito na criação de uma marca, mesmo para uma blogagem arte, moleque e de várzea, porque aquele domínio lá não é seu. Só não é pior que você colocar no seu Curriculum vitae pra um emprego de tecnologia uma conta de e-mail do Hotmail como contato.
  • Você NÃO tem possibilidade de instalar ferramentas personalizadas para atenderem necessidades corriqueiras que aparecem na vida blogueira, como um bom plugin de contato, administração de publicidade ou até mesmo um hack para melhorar o seu relacionamento com o seu leitor.
  • Você NÃO pode monetizá-lo de forma completa, podendo escolher um bom parceiro de negócios no mar de programas de afiliados que aparece.
  • Você NÃO vai poder fazer nada se realmente o WordPress for bloqueado no Brasil, a menos que seu blog fale sobre a política econômica da África setentrional e tenha um público distinto, acessando-o fora daqui, numa galáxia muito, muito distante.

E agora, José? Vai fazer o que? Fechar seu bloguxinho? Vende esse teu celular cheio de funções que você não pode usar porque está sem dez pilas pra comprar crédito e compre um domínio.

Daniel Becher Geral

Como recuperar usuário e senha do WordPress (self-hosted)

7, abril, 2008

Este último fim-de-semana foi conturbado para meus blogs. Na sexta-feira, resolvi aproveitar o banco de dados de um blog que eu tinha e quis o destino que ele acabasse, num domínio já existente em fase de maturação, digamos assim. Traduzindo para miúdos: eu peguei um banco de dados com uns 90 posts e migrei os textos para um já existente, com uns 10, mais ou menos. Até aí tudo bem, os posts foram importados através de uma gambiarra que fiz entre WordPress.com e o domínio em questão.

No domingo acordei relativamente cedo para acertar as últimas arestas pendentes desta migração, ajeitar o tema, etc., e, após uma lentidão de navegar no dashboard do danielbecher.com, eis que o servidor desaba. Mortinho da Silva, parado, não andava e sempre levava um timeout como resposta mal-criada dele.

Solução? Entrar em contato com o suporte, aguardar solução e engatilhar uma nova hospedagem (falo dela mais tarde). Migração feita, domínio propagado, vamos ajustar os últimos detalhes. Ao tentar logar no wp-admin, nenhuma das senhas funcionou. Nem a do banco de dados antigo, nem a do novo, nem nada. Foi então que descobri um script em php bacanudo que, instalado no seu servidor, permite alterar login e senha de usuário. Isso também serve no caso de você agir como a Dori do Procurando Nemo e precisar lembrar de uma senha perdida.

Quem me salvou foi o Sr. Anderssauro, com um excelente tutorial de como usar o Emergency.php.

O script funcionou perfeitamente, aconselho o uso em caso de EXTREMA NECESSIDADE e NUNCA, NUNCA esqueça de deletá-lo do servidor caso precise recuperar a password do seu blog. Os estragos podem ser grandes no caso de um engraçadinho encontrá-lo lá, perdido, a esmo.

Daniel Becher Geral

Módulo do Alinks para Loja Virtual do Submarino

7, abril, 2008

O Jobson Lemos lançou recentemente uma script em PHP para quem é afiliado do Submarino, uma mão na roda pra quem quer ganhar dinheiro com a loja virtual (comissões) e precisa de um esquema mais prático, efetivo, se preocupando apenas com a otimização da mesma e esquecendo um pouco da infra-estrutura.

Eu já instalei a loja em dois domínios meus para testes (http://www.becher.com.br/submarino e http://japostei.com/loja). O primeiro problema foi resolvido, ou seja, larguei de mão a infra-estrutura da loja e passei a me preocupar apenas e tão somente apenas com os produtos lá anunciados – um pouco de otimização não faz mal pra ninguém, claro. Mas senti falta de uma ferramenta que integrasse o meu blog com a esta loja do Submarino.

Para resolver este segundo problema, pensei no Alinks, um plugin que transforma as palavras do seu blog que você define previamente em links para algum sistema de afiliados (já existem módulos para o Buscapé, JaCotei, Mercado Livre, Amazon, etc.). Então criei um módulo específico para esta loja do Submarino.

Instalando a Loja do Submarino

O primeiro de tudo, você precisa ter a loja do Submarino feita pelo do Jobson Lemos instalada e configurada no seu servidor. Para maiores informações, clique aqui.

Instalando o Alinks

Você precisa também ter o plugin Alinks instalado no seu blog. Se você ainda não o tem, baixe-o, descompacte-o e coloque no diretório wp-content/plugins. Vá até o wp-admin, logue, vá até a sessão Plugins/Extensões e ative o Alinks.

Instalando o Módulo Submarino para o Alinks

  • Baixe o Submarino_basic.zip
  • Descompacte ele no seu computador
  • Coloque-o no subdiretório “modules” da pasta Alinks.
Download Submarino Basic - Módulo para Alinks Version 0.1

Configurando o Módulo Submarino Basic

Vá na opção Alinks criada após a instalação do plugin e clique na opção General Settings. Procure as configurações do Submarino Basic:

URL da Loja: Você deve configurar o url onde está instalada a sua loja do Submarino. NÃO coloque ‘/’ no final.

URL do Ícone: Para que o Alinks funcione, é necessário você ter um ícone que indique que aquele link é externo. Juntamente com o plugin Alinks vem um exemplo. Nesta opção, você deve fazer referência a este ícone, colocando a URL onde ele fica hospedado.

Inserindo palavras para a Loja

Se você fez tudo certo, ele está funcionando, restando apenas inserir as palavras que você quer que ele linke para produtos da loja. Para isso, vá até a opção Keyphrases do Alinks.

Keyphrase: coloque a palavra que você quer que ele linque.

Description: A descrição do link, que vai aparecer quando passar o mouse por cima dele. Se ficar em branco, ele automaticamente coloca o mesmo valor do campo “keyphrase”.

Novamente, se você fez tudo corretamente, os links estão funcionando paralelamente com a loja. Não esquecendo que:

  1. É EXTREMAMENTE necessária a configuração do ícone para a URL externa. Sem isso, o Alinks não funciona.
  2. Se não tiver nenhuma palavra configurada no Submarino Basic, ela também não vai funcionar (!).

Daniel Becher Geral