Arquivo

Arquivo de janeiro, 2009

As empresas e a gratidão pela propaganda despretensiosa

28, janeiro, 2009

Tá pra nascer o marketing mais eficaz que o boca-a-boca. Desde que nos conhecemos por gente, dependemos da opinião alheia se não pra tudo, pra uma diversidade enorme de coisas em nossas vidas. Desde a marca do macarrão que comemos até o modelo de carro que dirigimos sofre influência do marketing falado feito por um consumidor contente (ou não) e conhecido nosso.

Por mais que o Ronaldo (troque pelo nome do jogador do momento) faça propaganda da Nike, se o meu vizinho me mostrar a sola do tênis dele descolada com três meses de uso e sem solução para o problema pela empresa, a possibilidade de eu não comprar se expande exponencialmente. Sorte pra Mizuno, pra Reebok, pra Adidas… azar pra Nike, enfim.

Por ser tão importante esse tipo de marketing, há um grande interesse nas organizações em saber o que anda se falando dela, dos seus produtos ou de seu atendimento de forma geral. Mas nem sempre foi muito fácil medir isso, até que surgiu a Internet e seus meios sociais (blogs, Twitter, Orkut, etc.). Hoje em dia, há profissionais específicos nos setores de marketing que caçam dentro da grande rede (Google, capice?) feedbacks de clientes satisfeitos ou não. Um grande exemplo disso, foi quando hoje a minha namorada, Renata, recebeu de uma grande empresa do setor alimentício, um e-mail agradecendo por um artigo que ela fez em seu blog falando de um produto que lhe agradou.

Além de um “muito obrigado” em grande estilo, a empresa ainda lhe ofereceu como um presente, um mimo, um kit com os novos produtos da empresa para que ela conhecesse e se deliciasse com as doçuras. Não é o máximo?

Claro que é. Enquanto uns defendem que isso seria tentar comprar mais um ou dois posts da Renata, eu digo que essa é a forma mais pura de marketing de redes sociais que pode haver: a troca de mimos. Primeiro porque a iniciativa partiu do cliente satisfeito. Mais satisfeito ele não ficaria com o presente. Ainda pode render algumas fotos, um relato, um agradecimento aberto e está aí uma parceria saudável estabelecida. Afinal, não foram eles que partiram pra mendicância oferecendo dinheiro de cachaça pra ela falar do produto.

Mas isso não atiça os urubus de plantão, que por incompetência própria não conseguem tirar o da cervejinha no blog. O que incomoda mesmo é eu ter um amigo mais esperto ainda:

Janio Sarmento diz (19:13):
usando a mesma lógica, a azul bem que poderia me mandar um vale-passagem de graça
Daniel Becher diz (19:13):
é
Daniel Becher diz (19:13):
a Volkswagen poderia me mandar o Novo Gol de graça.
Janio Sarmento diz (19:14):
te falei que estou afim de resenhar uma Ferrari?

Brincadeiras a parte, não quero aqui estimular que você se frustre tentando escrever um artigo falando bem da Dori ou qualquer outra empresa e depois ser ignorado solenemente por diversos motivos (entre eles não ser bem indexado no Google). O que eu quero dizer é que essas coisas não só fidelizam um cliente pra toda a eternidade, como massageiam ainda mais o ego (o lado bom do ego) do blogueiro que já estava contente pelo simples motivo de ter sido bem atendido pelo produto.

Daniel Becher Geral , , , ,

Eu blogo no Mac

28, janeiro, 2009

Foi por um post no Bernabauer (Eu amo o Blogo) que fiquei sabendo da existência de um — segundo o Bauer — excelente editor de blogs para Mac: o Blogo (clique na imagem aí ao lado para visitar o site).

Já faz muito tempo que eu vinha me sentindo “órfão” do Raven, tendo chegado até mesmo a comprar uma licença do Parallels para poder executá-lo de dentro do MacOS. Mas nada disso me deixou realmente satisfeito, e acabei voltando a editar meus posts diretamente na interface do WordPress.

Contudo, tudo mudou de figura ao conhecer o Blogo!

O programa tem uma interface muito bonita, é rápido e confortável de trabalhar, embora algumas funções ainda me sejam meio obscuras (como a inserção de imagens e thumbnails).

Mas o ponto forte mesmo fica por conta de o programa ser brasileiro, mantido por uma galera gente boa do Rio de Janeiro, que ama o que faz e por isso faz bem feito.

Baixei hoje a versão de avaliação, mas não vou esperar os 21 dias de teste para comprar o programa: vou sentar o dedo no botão do PayPal é hoje mesmo!

Janio Sarmento Ferramentas , , , ,

Quem nunca deu uma Kibadinha, que atire a primeira pedra.

27, janeiro, 2009

estevao
O Blog Mais Atitudes está à procura de inspiração. Como ele não é do mal, acredito que vá ter paciência até que volte a se dar bem com a Musa. Mas, não é o que acontece com o resto da blogosfera. Como a Internet é o mundo cão do belicismo dos rankings, das cobranças torpes e da inveja alastrante, alguns blogueiros que se renderam ao lado negro da força resolvem o problema da escassez de inspiração, ou da falta de talento copiando, kibando, chupinhando, plagiando, etc.

Quem já foi kibado sabe o quanto dói ver no Google o SEU post que custou dias inteiros de trabalhos forçados aparecer bem posicionado nos resultados… postado num blog alheio, sem ao menos um mínimo prêmio de consolação de um link ao seu blog.

Mas uma coisa é certa, quem não tem sucesso, não é plagiado. É só ver os sites gringos, quando um Blog posta algo que explode nos Diggs, nos dias subsequentes o artigo é replicado exaustivamente. A conclusão que se chega é que, contrariando a voz da Nospheratt que clama no deserto, o problema da Kibação é crônico e vai continuar enquanto os blogs kibadores fizerem sucesso.

A propósito, supostamente o termo Kibar teve origem num blog de tremendo sucesso chamado Kibe Loco que pratica sistematicamente a cópia, daí para o surgimento de uma dinastia de blogs kibadores foi um passo. As diferentes modalidades de kibagem vão desde a cópia integral citando a fonte, até o roubo total da autoria. (Engraçado, não achei nenhuma lista de Blogs Kibadores na Internet…)

Com o tempo, muitos sinônimos foram surgindo para as antigas palavras “cópia” e “plágio”. É com bom humor que os blogueiros produtores de conteúdo devem encarar a kibação da sua obra. O fato de alguém começar a ser sistematicamente kibado, é um sério indício de que além dos kibadores, os leitores estão gostando da obra. Porque, convenhamos uma coisa que não se pode negar é que os plagiadores têm um faro altamente desenvolvido para os posts de sucesso.

Vejamos um pequeno glossário dos sinônimos usados para a prática de apropriação do conteúdo alheio:

Kibar = num sentido genérico é o uso da obra alheia, dando ou não dando os devidos créditos.

Googlar = um blogueiro em fase de escassa inspiração resolve se valer do fato material que encontra no Google… para dar um retoque aqui e outro ali e… pronto, está feito o post!

Chupinhar = a conveniente metáfora do pássaro chupim que coloca seus ovos nos ninhos de pássaros de outras espécies é transposta para os autores que lutam contra a falta de inspiração tomando coisas do “ninho” alheio;

Plagiar = é o ato de assumir a autoria da obra alheia, palavra muito usada nos meios científicos.

Copiar = é o uso do famoso recurso do Ctrl+c / Ctrl+V.

Piratear = é a cópia no sentido Lato Sensu, que significa a prática de kibação de templates, imagens, podcasts, vídeos, comentários e até da personalidade de blogueiros famosos.

Quem nunca deu nem que seja uma kibadinha, que atire a primeira pedra. Quem produz conteúdo sabe que ninguém reinventa a roda, já que todos nós googlamos todos os dias para encontramos as bases da nossa epistemologia, quem sabe para reforçar os nossos posicionamentos ideológicos, quem sabe para insuflar a nossa inspiração, não importa, o que importa é que uma parte de qualquer conteúdo “inédito” é feita de material sub-repticiamente kibado. Da minha parte, só posso terminar dizendo ALEA JACTA EST.

Links sobre o assunto inesgotável do plágio.
A maldição do Ctrl+c / Ctrl+V.
Plagiar na Wikipédia.
Origem do Termo Kibar.
Exemplo de Kibada.
A primeira Kibada ninguém esquece.
Hilário: Briga por plágio de campanha contra plágio.
Cara grandão é kibado pela Globo.
O problema do Plágio nunca tem fim.

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Comentar em Blogs é escrever Miniposts.

6, janeiro, 2009

Aviso aos navegantes: aqueles que semeiam ventos de comentários desleixados, colhem as tempestades da fuga dos potenciais seguidores.crazy_writer

Os tipos de comentaristas em blogs todo mundo está careca de saber, trolls, spammers, desinformados de carteirinha, anônimos esculhambadores, salsinhas sem noção, chatos de galocha, intelectuais de última hora, revoltados anárquicos, sintéticos do hehehe, contribuidores, satíricos, etc.
Porém, o posicionamento dos blogueiros perante a ação de comentar deve ser radicalmente diferente. Eles não comentam por comentar, eles DEVEM comentar em blogs não por gosto ou desgosto, ou como passatempo. Eles devem fazer isto por que:
- ler outros blogs é a sua obrigação;
- pesquisar e descobrir blogs interessantes é a sua vara de pesca;
- interagir em blogs alheios é a melhor maneira de se tornar conhecido.
Não é admissível que os blogueiros não sejam “aparecidos”. Quem cuida do seu blog como um Tomagotchi deveria buscar a exposição, conquistar público, seguidores, alcançar a fama, sucesso e dinheiro. E para sair da casinha, o sujeito deve ir para a rua e dar a cara para bater.

Mesmo não sendo Jesus Cristo, quem não quer ter seus seguidores?
A estrutura de blogs foi uma das maneiras mais interessantes da aplicação do conceito de Web, 2.0, eles abriram a possibilidade dos leitores interagiram diretamente com o conteúdo. Tal benefício que já é enorme para o usuário comum, se reveste de importância capital para os blogueiros.
- comentar é a única forma de “vender o peixe”;
- comentar é a maneira mais inteligente de conseguir os preciosos backlinks, que é a única maneira de aumentar a relevância do Blog nos resultados dos buscadores;
- os textos postados em forma comentários refletem a excelência do blogueiro;
- os blogueiros deveriam criar uma disciplina, publicar pelo menos 5 comentários diários. Sabendo-se que idealmente um bom Blog deveria ter no mínimo uns 20 backlinks diários, cumprindo esta tarefa, você já terá cumprido 25 % da meta.

Porém, por não terem consciência disto, os blogueiros cometem vários desatinos:
- comentam de maneira frouxa e inconseqüente como se estivessem num chat de MSN;
- praticam erros de português homéricos, como se seus comentários não tivessem importância. Ocasionalmente chegam ao meu Blog comentários tão ruins, que vou à URL deles para conferir se poderiam figurar num Top 50 dos Blogs mais mal escritos (não faço citações, para não ferir susceptibilidades);
- os robôs dos searchers indexam equanimente tanto o texto principal, como os comentários. Às vezes encontro a informação que procuro contida num excelente comentário indexado pelo Google;
- comentar é o mesmo que postar miniposts. O texto dos seus comentários reflete o seu perfil, a sua formação cultural, a sua história e a sua capacidade de apreender corretamente o contexto do artigo comentado. Todo o balão que você der nos seus comentários, vai chamuscar a sua imagem e diminuir o seu potencial de atração de possíveis seguidores para o seu blog;
- se você descobriu um blog ultra bacana, mas ainda não entendeu patavina do texto na sua frente, conte até três antes de sair escrevendo besteira – para não errar, ao escrever um comentário, utilize os mesmos critérios de qualidade que você utiliza para escrever os seus próprios posts.

Se por acaso até hoje você encarou seus comentários como algo acessório e supérfluo, saiba que está desperdiçando uma oportunidade de ouro de interação no conteúdo dos maiores e melhores Blogs da Blogosfera. No entanto, uma coisa é uma coisa e outra coisa e outra coisa, só comentar e descuidar do fazer bloguístico, não vai fazer com que o um blog abandonado arregimente hordas de visitantes, pois não há como fugir do “a Deus rogando e com o malho dando”.

Para terminar, cito o exemplo bem sucedido de dois blogueiros comentaristas contumazes que acabaram atraindo posts sobre si mesmos em blogões:

O profuso Bruno Guedes conseguiu um post exclusivo do todo poderoso Cardoso no seu Contraditorium: Será Bruno Guedes o maior spammer brasileiro?

A serelepe blogueira Iara Alencar provocou a inspiração de Johnny Rox ao ponto dele ter produzido um vídeo em sua homenagem: Iara Alencar Facts.

Link Relacionado: Texto instrutivo sobre tipos de comentaristas de blogs.

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10 pecados capitais que podem levar o blogueiro ao inferno.

2, janeiro, 2009

1- Plágio. (inveja)
O pecado original dos blogueiros pode ser dividido em duas linhas de cometimento:

A- Publicar conteúdo alheio sem dar o crédito.
Exemplo: o post escrito pela Nospheratt em 2007: “Os 10 Mandamentos Blogueiros” foi exaustivamente plagiado:

http://adriamorim.blogspot.com/2008/09/os-dez-mandamentos-blogueiros.html

http://www.muitofirme.net/2007/08/os-dez-mandamentos-blogueiros.html

http://quarteraodofrango.blogspot.com/2008/12/os-dez-mandamentos-blogueiros.html

B- Publicar conteúdo de terceiros dando os créditos.
Outro cometimento comum entre os blogueiros é o uso ativo do copia/cola em cima do conteúdo alheio, mas citando a fonte. Esta prática também é crime, pois desvia o fluxo de visitação do autor, para o blog plagiador. Na BlogLista é possível encontrar vários casos de Chupinhação, Kibação e chupação. Há blogueiros constante reclamando desta prática terrivelmente antiética.

2- Spam. (gula)
Comumente os blogueiros recebem frequentemente em seu blogs este tipo de comentário:

Legal seu Blog!
Aproveite para visitar o site da Minha Bíblia OnLine a partir do seguinte link:
http://www.minhabiblia.net

Um blog “sagrado”não deveria se deixar levar por práticas spammers. Deletei o comentário do meu blog, assim como faço invariavelmente com todos de mesmo teor. Um dos principais pecados do blogueiro iniciante, no afã autopromover rapidamente é propagar spams, mesmo que involuntariamente.
Para os spammers, o blogueiro que a Nospheratt realmente respeita, dá o tratamento de choque para este tipo criminoso:

Estudo de caso: perfil moral de um spammer.

O que podemos aprender com os spammers.

Spam é ruim, mesmo que seja do Gafanhoto.

3- Duplicação de conteúdo. (prodigalidade)
Muitos blogueiros não fazem idéia das conseqüências advindas do pecado de duplicação de conteúdo. Vamos a um exemplo clássico:

Uma blogueira publicou em 2007 o seguinte blog no Blogspot:

Bridget Jones: estereótipo de beleza indefinido. http://escritasdoacaso.blogspot.com/2007/05/bridget-jones-esteretipo-de-beleza.html

Porém, em novembro de 2007 o blog foi abandonado e a blogueira migrou para plataforma WordPress. Em 2008, ela já instalada na plataforma nova dispara “ipsis literis” o mesmo post:
http://afrodizica.wordpress.com/2008/06/24/bridget-jones-esteriotipo-de-beleza-indefinido/

Cedo ou tarde, esta blogueira vai receber uma punição do Google por descumprir uma das suas principais diretrizes.

Conteúdo duplicado.


O blog Infoescravo relata a sua penúria depois da punição do Google.

4- Usura de links. (avareza)
A usura é cometida quando a fonte é surrupiada. A imprensa oficial comete amiúde este pecado contra os blogs, por ignorância ou descaso, mas comete. Um dos casos mais rumorosos aconteceu com o Cardoso e a toda poderosa Globo:
“Obrigado Dona Globo, mas eu preferia que me dessem o crédito”

Este pecado está tão intrinsecamente relacionado ao plágio e à duplicação de conteúdo, que quem o comete, dificilmente escapará do inferno.

5- Mendicância de links. (orgulho)
Quem está tentado a cometer este pecado, leia antes o “Tio, me dá um link, eu poderia estar roubando”.
Os trapaceiros involuntários ou não que participam de esquemas de trocas de links, têm um destino cruel nas mãos do Deus Google, veja a diretrizes googleana que regula o assunto.
Esquemas de Link.

6- Prática de hotlinks. (Cobiça)
O 5º mandamento do artigo “Está Começando Um Blog? Descubra Aqui O Que Você Não Deve Fazer” da Nospheratti contempla este delito.
Aparentemente é um ato inocente linkar as imagens dos outros. Porém, isto quer dizer que você está se aproveitando da largura de banda de servidores pagas por outros blogueiros. A princípio os blogueiros novatos demoram em compreender tal pecado, pois parece que o simples fato de creditar a fonte da foto é suficiente para justificar o hotlink. Um grande engano, já que os blogueiros odeiam estas pequenas práticas de vampirização.

7- Cair no lado negro da força. (má vontade)
Você se surpreende com blogs muito mais novos do que o seu recebendo milhares de visitas por dia e quando dá uma espiada no conteúdo deles, vê, hypes, mulher pelada, downloads de pirataria, serialz, crackz, warez, clipping, etc. Não cobice o sucesso instantâneo daqueles que se caíram no lado negro da força, porque você tem dois caminhos: ou segue investindo na sua verdade e conquista o seu espaço com base no seu talento, ou queima definitivamente o seu filme na blogosfera.

8- Polemizar incontrolavelmente. (Ira)
Caso a temática do seu blog trate de temas polêmicos que despertam ódios e paixões inflamadas tais como homofobia, aborto, política, racismo, direitos das minorias, drogas, pedofilia, pornografia, tabus sexuais, gêneros sexuais, ET Cetera, não deixe que as polêmicas, que vão certamente pipocar nas suas páginas de comentários, azedem o seu conteúdo com palavrões, ofensas, racismo, ódios, etc. Saiba que os robôs dos buscadores também indexam os comentários e logo logo eles vão ferrá-lo pelo lixo que encontrarem nos comentários do seu blog.
Não permita que os conflitos gerados por terceiros destruam a reputação do seu blog, estudando o texto “Como lidar com conflitos na blogosfera”.

9- Prostituir-se com a monetização. (Cobiça)
É esperável quel probloggers ganhem dinheiro com o fruto do seu trabalho honesto. Mas, colocar o faturamento acima do interesse dos leitores é um pecado que mais cedo ou mais tarde vai ser punido por eles.
Para não cair na síndrome do site que “parece penteadeira de puta, haja vista a quantidade de badulaques e coisinhas piscando na tela” o Janio, um dos maiores especialistas em monetização na rede ensina “Como monetizar um blog em três caminhos distintos”.

10- Prevaricação. (Luxúria) SEO Black Hat = 580.000 resultados no Google.
Prevaricar significa lançar mão de técnicas do mal para conseguir mais dinheiro do Adsense, mais visitação do Google e sites sindicalizadores de conteúdo.
Vamos simplificar este pecado falando dos punidos. Através da BlogLista é possível saber das experiências amargas de blogueiros banidos do AdSense por terem se envolvido em esquemas fraudulentos de cliques. Tais blogueiros não conseguem ter suas contas de volta nem usando o CPF das suas mães.

Outra consequência amarga para os prevaricadores é engrossar o time dos banidos do Uêba. Ao contrário dos Diggs que herarquizam os links a partir da votação dos usuários, o Uêba tem moderação humana exercida pelo todo poderoso Gilberto Knuttz. Eventualmente aparece um zuzum de alguém cujo blog foi banido inexplicavelmente das publicações do Uêba. Ninguém nunca saberá ao certo qual é o teor das prevaricações incorridas pelos blogs banidos do Uêba, mas certamente eles devem ter infringido reiteradamente algumas das diretrizes do Site. E não adianta mandar emails para o Knuttz perguntando sobre os motivos, porque uma das suas diretrizes pessoais é jamais responder este tipo de pergunta.

As prevaricações mais comuns ocorridas no Uêba foram publicadas sob o título “Os 10 erros mais comuns ao se enviar um link para o Uêba”. Estude-as como se fosse o Alcoorão, para não entrar no choramingoso time dos blogueiros banidos.

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