Viamão Lotado » Plugins http://viamaolotado.com Um Metablogue de peso Mon, 01 Nov 2010 01:46:56 +0000 en hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.1 WP: Acabe com os spams de comentários com o NoSpamNX http://viamaolotado.com/wp-acabe-com-os-spams-de-comentarios-com-o-nospamnx/ http://viamaolotado.com/wp-acabe-com-os-spams-de-comentarios-com-o-nospamnx/#comments Thu, 13 May 2010 17:01:24 +0000 Janio Sarmento http://viamaolotado.com/?p=460 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

WP: Acabe com os spams de comentários com o NoSpamNX

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OK, admito, o título foi meio forçado, pois não existe um meio 100% eficaz de acabar com os spams de comentários, a não ser um blog totalmente sem comentários.

Entretanto, existem muitas tentativas, desde o famoso e indispensável Akismet até plugins de “captcha” (aquelas “letrinhas” que devem ser digitadas a cada vez), mas ainda assim a eficiência acaba se mostrando baixa após o impacto inicial.

Descobri por acaso um plugin para WordPress que é uma verdadeira mão na roda, pois além de reconhecer spambots sem a necessidade de uso de Javascript implementa uma “lista negra” de palavras proibidas, que se estiverem presentes em um comentário enviam-no diretamente para lugar nenhum (eu ia dizer que mandam para o inferno, mas aí os evangélicos poderiam não entender a piada — que nem é tão engraçada — e eu acabar me incomodando).

vaso sanitário

Como os spammers veem o seu blog

O nome do plugin milagreiro é NoSpamNX. A maneira mais simples de instalá-lo é pela Dashboard do WordPress: vá em Plugins, Adicionar Novo, e pesquise pela palavra “nospamnx” (sem as aspas, claro). Na página seguinte clique em instalar, confirme na janela de confirmação, e pronto, agora é só ativar como você sempre fez.

Há três configurações que importam no NoSpamNX.

A primeira diz respeito a como o plugin deve tratar os spams que ele vier a reconhecer: jogando-os na “pasta” de spams de comentários, ou bloqueando-os permanentemente. Antes de decidir por recomendar o plugin a outros eu o usei por um tempo apenas marcando os spams, e não encontrei nenhum falso positivo. A partir de então deixo o plugin apagar tudo automaticamente. A escolha, claro, é sua, mas apenas marcar os spams como tal não vai diminuir o volume de trabalho, pois você vai continuar tendo de ver aquele lixo todo.

A segunda configuração é um pouco mais delicada, pois nem sempre funciona com todo mundo (mas o autor do plugin foi bacana o suficiente para incluir um teste da funcionalidade): é a que faz com que o plugin verifique se o comentário foi enviado a partir de uma página no seu próprio blog ou não (o que o plugin chama de “referer check”). Clique no link que diz Referer-check, na página de configuração, e veja a mensagem de retorno: se o plugin disser que o “referer” funciona no seu servidor, habilite esta opção.

Por fim, a configuração mais interessante, em minha humilde opinião: a lista de palavras bloqueadas.

Existem alguns comentários que são extremamente irritantes, como as correntes de “transforme seis reais em sei mil” (incrível como sempre tem otário que acredita nisso), as orações poderosas para amarrar marido, e os piores de todos: comentários deixados por outros blogueiros apenas com dizeres do tipo “visite meu site”, sem agregar conteúdo algum.

O WordPress tem um recurso semelhante a esse, nativo, mas em vez de apagar ele apenas marca como spam. O NoSpamMX deleta (caso você o tenha configurado para excluir os spams automaticamente).

Minha lista negra contém as seguintes palavras:

mentalidade.com
detetive-particular.net.br
Oxycodone
Without Prescription
?????
mentalidade.com
yougetsex.com
cashfiesta.com
www.awsurveys.com/HomeMain.cfm?RefID=
ganhardinheirointernet.hd1.com.br
TRANFORME R$ 6,00 EM R$ 6.000,00

Com estas configurações consegui reduzir o volume de spam nos meus blogs para dois ou três por semana (que passam pelo NoSpamNX e pelo Akismet).

Uma força extra

Apesar de o NoSpamNX e o Akismet serem produtos ótimos, nem sempre eles terão “a manha” de apagar todos os spams automaticamente. É quando o URL Nuker entra em ação.

Embora não sofra mais atualizações desde já há muito tempo, o plugin ainda funciona com as versões mais recentes do WordPress, e faz exatamente o que promete: exclui automaticamente comentários já marcados como spam mas que contenham mais do que n URLs (sendo n um valor qualquer que você configura).

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WP: Acabe com os spams de comentários com o NoSpamNX

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Comparativo entre plugins de cache — tempo de carregamento http://viamaolotado.com/comparativo-entre-plugins-de-cache-tempo-de-carregamento/ http://viamaolotado.com/comparativo-entre-plugins-de-cache-tempo-de-carregamento/#comments Sun, 11 Apr 2010 03:48:07 +0000 Janio Sarmento http://viamaolotado.com/?p=455 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Comparativo entre plugins de cache — tempo de carregamento

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Com a notícia de que o Google vai passar a punir sites cujas páginas carregam lentamente, a discussão acerca das maneiras de acelerar o WordPress com a utilização de plugins de cache e assemelhados se fortalece.

Embora a função primária de um plugin de cache não seja acelerar o carregamento das páginas, e sim evitar processamento duplicado, economizando ciclos de processamento, uma boa solução de cache pode significar, sim, algum ganho de velocidade.

Tendo em vista esse parâmetro efetuamos um teste simples (e sem nenhuma pretensão de ter valor científico, e ainda menos de servir de guia para a escolha de ninguém.

Plugins considerados

Testamos o WordPress em sete cenários diferentes, envolvendo três plugins.

  1. Sem plugin algum de cache;
  2. Hyper Cache;
  3. WP Super Cache em modo Half;
  4. WP Super Cache em modo Full;
  5. WP Super Cache em modo Full servindo HTML direto do cache;
  6. Quick Cache;
  7. Quick Cache com gzip ativado.

Cabe dizer aqui que o Quick Cache sequer havia sido cogitado; em seu lugar, neste teste, pretendíamos usar o W3 Total Cache, que ficará para uma próxima oportunidade tendo em vista que ele é menos trivial de se fazer funcionar, requerendo configurações de servidor que talvez sejam menos fáceis para o blogueiro comum.

Entretanto, quando fomos instalar o WP Super Cache acabamos encontrando por acaso o Quick Cache, e sua proposta de ser uma alternativa àquele plugin agradou; experimentamos e gostamos (mais detalhes abaixo).

Blog testado

O blog que escolhemos para fazer o teste foi o Emagrecer, e testamos a página inicial e mais dois posts escolhidos aleatoriamente.

  1. “Gene da Obesidade” pode ser superado com exercícios (Post 1);
  2. Diário de um gordo (Post 2).

Ferramenta de medição

Utilizamos a ferramenta de teste de página completa do Pingdom para medir o tempo total de carregamento das páginas.

Metodologia

A metodologia adotada foi muito simples.

A cada teste, em cada cenário, instalávamos o plugin e o configurávamos de acordo, e num outro navegador acessávamos cada uma das três páginas para garantir que elas estivessem em cache, e então efetuávamos o teste pelo Pingdom.

Os tempos de carregamento total foram anotados e são reproduzidos na tabela abaixo.

Resumo dos Resultados

PluginHome PagePost 1Post 2Média
Sem cache3,6s3,9s6,4s4,6s
Hyper Cache5,6s5,4s3,3s4,8s
Super Cache Half Mode3,1s5,5s6,1s4,9s
Super Cache Full Mode4,9s3,1s3,3s3,8s
Super Cache Full Mode HTML3,0s3,0s4,9s3,6s
Quick Cache3,0s3,5s3,2s3,2s
Quick Cache com gzip3,1s3,5s4,2s3,6s
Média3,8s4,0s4,5s4,1s

Interpretação dos Resultados

A tabela acima demonstra que tempos de carregamentos de página isolados não querem dizer muita coisa, haja vista um post que foi bem num cenário foi mal em outro, e outro post que foi mal no primeiro foi bem no segundo. Por exemplo: o Post 2 se saiu bem com o Hyper Cache (3,3s) e foi mal no WP Super Cache em Full Mode servindo HTML direto; entretanto, o Post 1 se saiu melhor neste cenário de plugin, mas se saiu pior com o Hyper Cache.

A tabela demonstra também que variações nos tempos de carregamento são comuns, e seria necessário uma amostragem muito maior para ser possível chegar a valores estatisticamente mais úteis e expressivos.

Por fim, demonstra também que em situações normais todos os plugins de cache se comportam de maneira semelhante, cabendo mais a cada blogueiro decidir pelo que lhe for mais simpático, agradável, fácil de instalar, ou qualquer outro critério; ou seja, o que é ótimo para mim pode não ser para você, e vice-versa.

Entretanto, é notável que o Quick Cache tenha apresentado menos variações nos tempos de carregamento das três páginas, e obtido a menor média (3,2s na média), o que nesse caso é desejável. Considerando o fato de que o Quick Cache nem deveria ter entrado no teste, podemos dizer que ele foi uma grata surpresa.

Outras Considerações

A ativação e desativação do Quick Cache não é tão simples e sem falhas como deveria; aparentemente a rotina de “coleta de lixo” ainda tem algum bugzinho não resolvido, causando mensagens de erro estranhas de tempos em tempos da “Dashboard”.

Apesar disso, vale a pena testar o plugin.

As principais diferenças do Quick Cache para o WP Super Cache são as seguintes, retiradas da documentação do plugin e livremente traduzidas para privilegiar a simplicidade.

  • O Quick Cache tem menos código, logo tende a ser mais eficiente, e não requer nenhuma regra de reescrita de URL no .htaccess, e para usar basta ativa o plugin (não tenho certeza de que o WP Super Cache exija as regras de reescrita, mas como consta na documentação fica aqui o item).
  • O Quick Cache já vem preconfigurado com as opções mais típicas, enquanto que no WP Super Cache o usuário precisa decidir por um entre três modos, além de precisar, segundo eles, criar regras de .htaccess para perfeito funcionamento do plugin.
  • O Quick Cache alega ter um controle melhor, mais inteligente e mais eficiente de quem vê páginas em cache ou não, garantindo que o autor do blog sempre seja servido com páginas que não estejam no cache.

O próximo teste

Em nosso próximo teste (sem previsão de data) incluiremos o W3 Total Cache em seus vários cenários, inclusive medindo a economiza de tempo ao usar o recurso de “minify” (compactação de JavaScript e CSS), levando a rapidez de carregamento à proximidade do limite máximo teórico de velocidade, comprovando ou contestando sua autoproclamada fama de ser o melhor e mais rápido plugin de cache para o WordPress.

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Comparativo entre plugins de cache — tempo de carregamento

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Atualize o Google Reader instantaneamente ao publicar um post http://viamaolotado.com/atualize-o-google-reader-instantaneamente-ao-publicar-um-post/ http://viamaolotado.com/atualize-o-google-reader-instantaneamente-ao-publicar-um-post/#comments Tue, 23 Feb 2010 22:07:42 +0000 Janio Sarmento http://viamaolotado.com/?p=447 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Atualize o Google Reader instantaneamente ao publicar um post

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Uma das maneiras mais eficientes de se medir a importância de um blog para seus leitores é pelo número de assinantes do feed RSS. E para atingir um número elevado de leitores de feed é necessário, acima de tudo, conhecer os hábitos e gostos desses leitores, a fim de produzir conteúdo condizente com suas expectativas.

Uma das expectativas que os leitores de feed têm é de terem sempre notícias e novidades absurdamente fresquinhas em seus programas de leitura de RSS, dos quais o mais comum e utilizado é o Google Reader.

Uma novidade que vai interessar muito quem quer atingir o objetivo de ter seus feeds publicados imediatamente no Google Reader dos seus leitores é o protocolo PubSubHubBub, que funciona como uma espécie de “ping” anabolizado: em vez de seu feed ficar lá, quietinho, publicadinho, esperando que o leitor de feeds o resgate, o protocolo permite que o feed “se empurre” para dentro do Google Reader. O resultado, que é o que interessa, é que os posts publicados são disponibilizados em tempo real no Google Reader.

Tudo que você publicar no Tumblr, no Posterous, no Blogger, no WordPress.com e em outros sites, automaticamente se beneficiará do PubSubHubBub.

E se você quiser fazer o seu WordPress em domínio próprio tirar proveito da novidade também, é muito simples, basta instalar um plugin, ativá-lo e produzir conteúdo. O Viamão Lotado usa o WP-PubSubHubBub.

Agora, uma situação não testada, e se alguém que fizer o teste quiser postar as impressões aqui agradecemos, diz respeito a quem faz uso do FeedBurner, que tem seus próprios sistemas de ping e de cache, que já causaram algumas dores de cabeça a todo mundo que já tenha feito uso da ferramenta.

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Atualize o Google Reader instantaneamente ao publicar um post

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Plugin para WordPress permite atrasar a publicação no feed http://viamaolotado.com/plugin-para-wordpress-permite-atrasar-a-publicacao-no-feed/ http://viamaolotado.com/plugin-para-wordpress-permite-atrasar-a-publicacao-no-feed/#comments Mon, 22 Sep 2008 04:38:06 +0000 Janio Sarmento http://viamaolotado.com/plugin-para-wordpress-permite-atrasar-a-publicacao-no-feed/ Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Plugin para WordPress permite atrasar a publicação no feed

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relogio.jpgImagine a situação: você acabou de escrever um post que não podia ficar para amanhã, está cansado, e os olhos ardidos teimam em continuar abertos; você revisa seu texto, não encontra nenhum problema, e por isso o publica. Dois minutos depois você verifica no seu blog que esqueceu de um detalhe muito importante, ou que cometeu um erro descabido de construção de uma frase, e precisa editar o post.

Passei por isto no artigo anterior, Parcerias entre Blogs, com relação ao posicionamento das imagens. Precisei editar o texto umas seis ou sete vezes até acertar a melhor disposição para as ilustrações.

Acontece que, devido aos sistemas de cache que os programas leitores de feeds usam, não é raro que a primeira das versões seja a que os leitores venham a enxergar, não tendo, portanto, acesso à versão finalizada do nosso artigo.

teclado.jpgPara quem usa WordPress, contudo, este já não é mais um problema assim tão grave: existe um plugin que atrasa a publicação dos itens do feed, o que dá a possibilidade de o autor usar este tempo para fazer todas as correções de que necessite, diminuindo muito as chances de um texto ser publicado nos feeds antes da hora.

Estamos falando do Feed Pauser, um plugin que eu próprio gostaria de ter tido competência para escrever.

Para aqueles que vivem testando o Windows Live Writer este plugin tem um benefício extra: não há nada mais tosco do que aqueles posts temporários que acabam aparecendo nos feeds. Com este plugin o feed não é publicado imediatamente, dando tempo de o WLW completar o procedimento de detecção do template, ao final do qual o post temporário é apagado, o que resulta em um feed mais limpo e mais profissional, o que melhora a imagem do blog como um todo.

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Plugin para WordPress permite atrasar a publicação no feed

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1 Cache Plus – uma ajuda para o 1st Blog Cache http://viamaolotado.com/1-cache-plus-uma-ajuda-para-o-1st-blog-cache/ http://viamaolotado.com/1-cache-plus-uma-ajuda-para-o-1st-blog-cache/#comments Sun, 31 Aug 2008 13:28:37 +0000 Daniel Becher http://viamaolotado.com/?p=227 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

1 Cache Plus – uma ajuda para o 1st Blog Cache

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A minha única bronca com o 1st Blog Cache, ou melhor, com o cache para WordPress em geral, é que a cada vez que eu escrevia um post novo ou fazia qualquer mudança em artigos, como alterações ou mesmo remover um texto, precisava ir até as configurações do plugin e limpar o cache. Se não fizesse isso, tanto eu quanto os meus leitores assíduos precisariam aguardar o tempo expiração para visualizaram as alterações no blog.

Não que seja uma tarefa do tipo “Oh, meu Senhor Jesus, vou perder os dedos se der quatro ou cinco clicks a mais”… mas se é possível automatizar esta tarefa, por que não fazê-lo?

Foi pensando nisso que eu criei um plugin pra uso próprio, o 1 Cache Plus. Hoje, ele só faz limpar o cache quando eu publico, edito, salvo ou deleto um post. Apenas e tão-somente apenas isso.

Sou contra usar plugins pra qualquer tarefa primária ou usar um arquivo a mais sendo carregado pra fazer pouca coisa, mas eu queria compartilhar isso com vocês e não achei outra forma de fazê-lo senão criando este pequeno o plugin.

Olhando pelo lado bom, eu posso evoluí-lo e trazer mais melhorias para o uso do cache que tanto pregamos aqui no Viamão Lotado. Assim, vou aprimorando minhas habilidades com o WordPress e aprendendo a criar um plugin mais completo e, quem sabe, até uma daquelas telinhas de administração? :)

É um plugin simples, não mexe com sua base de dados, mas use-o por sua inteira conta e risco e não me responsabilize por qualquer cagada no seu blog. Fiquem a vontade para usá-lo e melhorá-lo (e, claro, me informar pra atualizar por aqui também).

Download Plugin - 1 Cache Plus Version 0.1

Instalação

  1. Descompacte o arquivo
  2. Suba-o, via FTP, para a pasta wp-content/plugins
  3. Vá em Plugins (extensões) e depois ative-o.
  4. Feito o carreto!

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1 Cache Plus – uma ajuda para o 1st Blog Cache

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1st Blog Cacher: Instalando, configurando e usando http://viamaolotado.com/1st-blog-cacher-instalando-configurando-e-usando/ http://viamaolotado.com/1st-blog-cacher-instalando-configurando-e-usando/#comments Thu, 03 Jul 2008 19:08:47 +0000 Daniel Becher http://viamaolotado.com/?p=138 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

1st Blog Cacher: Instalando, configurando e usando

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Agora que já entendemos pra que serve e porque vamos utilizar o plugin 1st Blog Cacher, está na hora de colocarmos a mão na massa. Você pode baixar o plugin clicando aqui. No pacote do plugin virão dois arquivos. Ao contrário dos plugins normais, estes dois arquivos não ficarão juntos na pasta de plugins do seu WordPress.

Instalando e configurando

  1. Acesse a sua conta de hospedagem através do FTP. Na raíz do seu WordPress, você precisa criar um diretório (aquele diretório publicável, lembram?) que servirá para armazenar os arquivos em cache. O nome dele necessariamente precisa ser wp-cache. Além disso, você precisa setar as permissões desse diretório para 777.
  2. Descompacte os dois arquivos que vieram no arquivo.zip do plugin. Dentro da pasta wp-content/plugins, você vai subir o arquivo 1blogcacher2.0.php. Já o advanced-cache.php ficará um nível de diretório acima, na raíz do wp-content.
  3. Agora vamos editar o arquivo config.php, localizado na raíz do WordPress. É necessário acrescentar a linha define(‘WP_CACHE’, true);
  4. Agora você vai acessar o WP-Admin do seu blog (área de administração do WordPress), ir na sessão Plugins (extensões) e ativar o recém instalado 1st Blog Cacher. Feito!

Doeu alguma coisa?

Exibindo alterações imediatamente (ou limpando o cache)

No menu Settings do wp-admin, encontraremos uma opção para o plugin que acabamos de instalar. Lá você vai encontrar um resumo das configurações do arquivo advanced-cache.php, que é o arquivo de configuração do plugin. Logo abaixo, os seguintes botões:

Estes dois botões serão muito importantes no caso de você fazer alguma alteração no tema ou num post. Caso não queira experar os 3600 segundos (1h), estipulados por padrão de “fábrica” no arquivo advanced-cache.php e exibidos acima, você clica em “Remove all files” que quando recarregar a página em questão ela estará alterada. Afinal, o cache consiste nisso, em criar uma versão estática daquilo que é dinâmico, como já disse na sequência da série. Então se houver alguma alteração, até que você limpe o cache do seu WordPress, ou aguarde o tempo de expiração dos arquivos, as alterações não serão exibidas.

Exceções

Nem tudo pode entrar no cache. Por isso, também no arquivo advanced-cache.php você poderá setar quais arquivos que você não quer que fiquem “estáticos”. Por exemplo, os arquivos que fazem o feed funcionar, os comentários etc. Por padrão, temos: wp-atom.php, wp-comments-popup.php, wp-commentsrss2.php, wp-links-opml.php, wp-locations.php, wp-rdf.php, wp-rss.php, wp-rss2.php. Se houver necessidade de acrescentar mais algum, o faça com cuidado, pra não colocar algum arquivo errado e o seu cache ficar subutilizado.

E os robôs de busca, verão meu cache?

Outra preocupação dos usuários é se os motores de busca serão insensíveis às atualizações do blog. Não. Assim como há exceções para arquivos do WordPress, o 1st Blog Cache identifica os spiders e os faz ver a versão dinâmica do seu blog. No arquivo de configuração também é possível remover e adicionar strings para rejeitar as aranhas, na opção OBC_REJECTED_USER_AGENTS.

Usando

Como dizem os gaúchos, “feito o carreto!”. Agora é usar e ser feliz com seu blog muito mais rápido e versátil.

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1st Blog Cacher: Instalando, configurando e usando

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Cache em blogs: qual plugin usar? http://viamaolotado.com/cache-em-blogs-qual-plugin-usar/ http://viamaolotado.com/cache-em-blogs-qual-plugin-usar/#comments Thu, 03 Jul 2008 07:59:46 +0000 Daniel Becher http://viamaolotado.com/?p=137 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Cache em blogs: qual plugin usar?

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Hoje nós temos disponíveis três grandes plugins que fazem este trabalho. O primeiro que surgiu e o mais usado é o WP-Cache. Funciona muito bem, por sinal, o plugin desenvolvido por Ricardo Galli. Entretanto, este nobre rapaz o descontinuou. Aí o sr. Donncha O Caoimh, um irlandês que desenvolveu outros plugins, inclusive a plataforma MU do WordPress, deu de mão no plugin do Ricardo e fez um “fork” (continou o desenvolvimento) e criou então o WP-SuperCache.

Outra opção é o XCache, que não pegou muito entre os blogueiros brasileiros que adotam esta prática. Existe muito pouca referência dele nas bandas de cá.

Entretanto, recentemente entrou em cena o 1st Blog Cache. Eu fiquei conhecendo através do blog da minha hospedagem da sua existência e fui incentivado a usá-lo, uma vez que o benefício é bilateral: o administrador do servidor consegue manter seu recurso de processamento livre para trabalhos mais nobres, e eu consigo agradar meu leitor fazendo-o esperar menos para o carregamento do site.

Mas por quê o 1st Blog Cache? Por quê não o WP-SuperCache?

Segundo o Janio, o WP-Cache reduz bastante o uso do banco de dados, mas não é totalmente descartado o carregamento do sistema WordPress por inteiro toda vez que uma página é requerida. Em contra-partida, “no caso do 1BlogCacher o repositório fica em um diretório “publicável” do servidor, dentro do diretório raiz do WordPress, e utilizando regras de reescrita de URL (URL Rewriting) estas páginas é que são entregues no navegador do visitante, (…)“. Se são entregues páginas para o navegador do visitante, páginas estáticas, nada de banco de dados, certo?

Quanto eu pago para usar a nona maravilha do mundo? (já que a oitava é o WordPress)

Você está preparado para isso? Você tem certeza que quer ler isso? Seu coração é forte? Quer pedir ajuda aos universitários?

Nada. É grátis. Você pode baixá-la e instalar por conta em risco, seguindo um Read Me bem completo em inglês que vem junto com o pacote. Mas se você for paciente, o próximo e último post da série é um pequeno tutorial de como instalar e configurar o plugin de cache.

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Cache em blogs: qual plugin usar?

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Repositório oficial chega aos 2000 plugins http://viamaolotado.com/repositorio-oficial-chega-aos-2000-plugins/ http://viamaolotado.com/repositorio-oficial-chega-aos-2000-plugins/#comments Sun, 20 Apr 2008 17:08:56 +0000 Daniel Becher http://viamaolotado.com/?p=76 Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Repositório oficial chega aos 2000 plugins

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No início da tarde deste domingo, o repositório oficial de plugins do WordPress chegou a marca de 2000 plugins cadastrados, testados e aprovados. Este repositório é local mais seguro para se achar e usar uma extensão por vários motivos; entre eles, está a segurança de se usar um plugin que foi testado e aprovado, sem perigo de estar usando uma possível “bomba” no seu WordPress. Não que você deva evitar todo e qualquer plugin lançado fora dele, mas estando listado por lá, é uma segurança a mais que você tem para não correr o risco de ter uma brecha no seu blog ou um próprio código malicioso instalado por você.

Outro excelente recurso é que com o advento do WordPress 2.5, versão atual e recém lançada do CMS, usando um plugin do repositório oficial você fica livre do trabalho de procurar atualizações pra ele. Todo e qualquer programador que quiser disponibilizar um plugin no Extended DEVE utilizar o SVN (ou Subversion), que faz o controle automático das versões lançadas e o WordPress instalado no seu servidor identifica-as dessa forma, solicitando o upgrade.

Se você fez um plugin e quer colocá-lo nessa lista, o WordPress faz apenas uma exigência: que ele esteja de acordo com as licenças GPL.

Curiosidade: o primeiro plugin brasileiro a ser aprovado pela equipe do WordPress foi o WP-HotWords, do Bernabauer.

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Repositório oficial chega aos 2000 plugins

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Como ter mais comentários no seu blog http://viamaolotado.com/como-ter-mais-comentarios-no-seu-blog/ http://viamaolotado.com/como-ter-mais-comentarios-no-seu-blog/#comments Wed, 13 Feb 2008 13:19:23 +0000 Daniel Becher http://meta.becher.com.br/como-ter-mais-comentarios-no-seu-blog/ Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Como ter mais comentários no seu blog

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Está quase fazendo um ano que o Guilherme do Papo de Homem escreveu um artigo no BrPoint sobre como ele triplicou os comentários no blog dele e o artigo continua vivo, funcional e dando resultados. Leia o artigo para entender do que falarei aqui.

Não acho que submeter seu usuário a um “pagamento” pela participação em seu blog seja válido. Não falo de pagamento oneroso, financeiro, falo de alguma “prenda”. O caso que cito especificamente é do plugin Show Top Commentators, que gera uma lista dos leitores que mais comentaram num período específico (você pode escolher diariamente, semanalmente, mensalmente, etc) e exibe na barra lateral do blog com o link do blog ou site de quem comentou.

Vejo com bons olhos esse “incentivo”, como prefiro chamar. Existem, é claro, os que comentarão única e exclusivamente para ganhar o link e para mantê-lo comentam em todos os posts possíveis, aumentando o número total ficando sempre no topo da lista (sim, você pode escolher quantos são exibidos. Ex.: Top 10, Top 5 comentaristas). Mas, de certa forma, não deixa de ser um incentivo para que os assuntos não se percam, para que os debates fiquem mais democráticos e o comentarista saia com um motivo a mais para voltar no seu blog e ajudar a enriquecê-lo.

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Como ter mais comentários no seu blog

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Plugins para inibir Splogs http://viamaolotado.com/plugins-para-inibir-splogs/ http://viamaolotado.com/plugins-para-inibir-splogs/#comments Sun, 03 Feb 2008 20:04:44 +0000 Daniel Becher http://meta.becher.com.br/plugins-para-inibir-splogs/ Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

Plugins para inibir Splogs

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Primeiramente, vamos aos fatos. Tenho lido bastantes artigos e comentários em listas de discussão acerca dos blogs gentil e desmerecidamente chamados de “agregadores de conteúdo”, os vulgos splogs. Splog é, basicamente, um blog criado, instalado e configurado para chupar conteúdo alheio através dos feeds.

Um pequeno exemplo: eu instalo o WordPress no meu servidor, coloco um tema agradável, monetizo ele e, no auge da minha incompetência de criar uma meia-dúzia de textos de redação de quarta-série primária, instalo um plugin que traz os posts de uma lista de feeds de blogs pré-configurados como se fossem posts meus, sob forma de “excerpt” (resumo do post, ou melhor, as primeiras X palavras do texto) ou mesmo na íntegra aumentando ainda mais a cara-de-pau do sujeito. O que eu fiz de produtivo? Nada, só me aproveitei do trabalho dos outros, esperei indexar o conteúdo no Google e os clicks nos programas de afiliados aparecerem.

São raros os blogs que ainda fornecem feeds resumidos ao invés de feeds completos. Não foi fácil conseguir isso, depois de muito falatório e disse que me disse, os blogs que não ofereciam os feeds de forma completa acabaram ficando pra trás, assim como os que não o ofereciam de forma alguma, meio que forçando todos a se adequarem à esta situação.

Splogs

Mediante aos splogs, parece-me que muitos blogueiros estão repensando o fato de distribuir RSS feeds de forma completa e plena. Alguns, inclusive, atentos à isso, estão se mexendo e criando plugins para tentar inibir a ação desses mau-caráter que assolam a blogosfera querendo ganhar dinheiro às custas alheias. Não vivo nem pretendo pensar como Pollyana achando que isso um dia vai acabar, mas não custa fazer alguns testes com estes dois plugins que (tentam) inibem a ação de splogs. Afinal, é necessário pelo menos tentar.

  • Better Feed: Além de fazer um controle melhor do Read More (leia mais), adição de comentários, possibilidade de fazer um esquema de páginas seguintes (next pages), criar uma lista de posts relacionados aos seus feeds, ele pode adicionar à alimentação de assinaturas do seu blog um aviso de Copyright (ou Creative Commons ou seja lá que licença você vai definir seu blog). Desta forma, quando o spammer puxa o seu post automaticamente ele puxa o aviso de que o post pode estar sendo plagiado.
  • Anti-Leech: Este aqui não insere nada no seu feed. A bem da verdade, para seus assinantes “normais”, ele continua fornecendo o feed completo tal qual sem ele instalado. A diferença é que ele tenta identificar o blog usando a string “User-agent” para tentar classificar o “chupador” (leech) do seu conteúdo, fornecendo, então, um conteúdo diferente do que o seu leitor fiel vê. (a página do plugin existe mas, no momento em que tentei fazer testes com ele, o download estava indisponível. Este parêntese vai ser removido assim que o plugin estiver novamente disponível).

Este post foi publicado no blog Viamão Lotado. Se você está lendo a partir de outro local, é bem provável que ele tenha sido plagiado. Por gentileza, nos avise.

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