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Reforma ortográfica pega de surpresa os analfabetos!


O Brasil é um país bizarro: analfabeto, mas subscritor periódico de “reformas ortográficas” com o objetivo de fomentar a integração com os demais países lusófonos.

Que tremenda mentira! O único português representativo no mundo é o brasileiro, frente ao resto dos países lusófonos estatisticamente desprezíveis. Então, a melhor reforma ortográfica seria Portugal e meia dúzia de gatos pingados espalhados desde os confins do Timor do Leste a uma parte de Hong Kong, terminando em Angola, adotarem o português do Brasil e ponto final.

Porém, assim como o FHC construiu um gasoduto inútil de um bilhão de dólares na Bolívia, os militares erigiram a usina de Itaipu para o Paraguai e os governos pós-ditadura criaram o Mercosul para salvar a Argentina, perfazemos constantes reformas ortográficas para tentar nos integrar numa comunidade global lusófona do tamanho da pia do banheiro. O gigante Brasil, o único a preservar a fonética das vogais extintas no além-mar, negocia amiúde com seus irmãos lingüísticos minoritários a rendição.

Ofendemos os nossos analfabetos a troco de nada. A maioria dos blogueiros não sabe escrever, os comentadores idem, leitores ibidem. Fora da Internet a situação é ainda mais catastrófica, povoada por analfabetos funcionais, que saídos das universidades, não obstante com um canudo na mão, não possuem ferramental suficiente para se expressar em língua algum esboço de idéia.

A Nospheratt inicia a sua bíblia do blogueiro asseverando: ”requisitos para o bom blogueiro: saber escrever português correto”. Pronto! Isto detona a carreira da maioria dos candidatos a blogueiro! Eles nem precisam chegar ao último item do “estar disposto a receber críticas e antagonismos”.

Cenário Dantesco.
No cenário infernal reinante no único país do mundo representativo da língua portuguesa, governado por uma elite essencialmente corrupta, trai sistematicamente a população ao não promover acesso decente à alimentação, saúde, segurança, transporte e… educação. Neste cenário de educação falida, digno de Dante Alighieri e a sua Divina Comédia, o governo platonicamente fecha um acordo ortográfico com o restante dos países microbianamente lusófonos e trai sem cerimônia todo o seu imenso contingente de analfabetos reais e funcionais.

Mas, o que esta churumela tem a ver com blogs?
Nós lusófonos não sabemos o que é realmente um blog, afinal, não somos bons nem em conceituação e muito menos em definições. Pelo que sei, Blog é um trem que serve para INTERAGIR com outras pessoas. Ora, para que isto aconteça, é imperativo o uso da linguagem escrita, que se sonha minimamente escorreita.

Ledo engano! A tragédia da língua portuguesa, começando pela leniência do Estado Brasileiro e terminando na terrível coincidência de ser uma das línguas mais difíceis e herméticas do planeta, é que um simples comentário entrado num blog em português, pode ser considerado por si só uma efeméride.

Há muito deixei de criticar o mau português, os dialetos léxicos, o desleixo ortográfico, porque descobri que as corajosas vítimas do sistema educacional falido, estão dando o melhor de si. Já que ninguém nasce com o grande sonho na vida de escrever mal, as poucas pessoas que conseguem vencer a barreira da vergonha de escrever errado, devem ser incentivadas nos seus esforços.

Enquanto o caos reina, o governo fecha acordos ortográficos…
Enquanto isto, na fantástica ilha flutuante de Brasília, governos e políticos sonhando que os brasileiros já assimilaram a última reforma ortográfica que eles lhes foi enfiada goela abaixo, tratam de aprontar uma nova pantomima.

Certamente que eu, ciente da volubilidade dos governos, sei que devo manter meus pés firmemente apoiados no chão, perdoando o mau português dos meus leitores comentadores e esperando que eles persistam na audácia de reunir seus parcos rudimentos léxicos, sobreviventes à última reforma ortográfica de 1971, para escrever comentários minimamente inteligíveis.
Isto alcançado, devo erguer as minhas mãos ao céu em prece de caolho em terra de cego!

Isaias Malta Blogs, Críticas, Geral, Internet , , , , ,

  1. 16, outubro, 2008 em 14:21 | #1
    Quem matou a charada dessa reforma foi Janer Cristaldo, citando reportagem da Folha onde se estima em 90 milhões de reais o custo de substituir só os dicionários. Some-se livros didáticos e obras de autores da lista dos vestibulares e pronto. Como sempre acontece no Brasil, alguém vai ganhar muita grana.
  2. 16, outubro, 2008 em 21:46 | #2
    Como devemos nos comportar diante de tão elucidativo texto?
    Acompanhar os protestos e culpar ao governo pelos acordos com os países que “pensam” que falam e escrevem o português ou assumirmos, nós, a culpa pelo nosso analfabetismo e pela nossa insistência em transformar a língua mãe em sub vocábulos do inglês americano que já abocanha 30% do nosso vocabulário?
    Eu não sei.

    Abraço.

  3. 17, outubro, 2008 em 07:24 | #3
    Cara, de longe esse foi o seu melhor texto por aqui. Quanto ao comentário do Paulo logo acima, esse negócio de sub vocábulos e neologismos é outro problema a ser tratado. Talvez fosse necessária a existência de uma comissão analisadora e “tradutora” de palavras, como existe na França, mas não sei.

    Mas quanto à reforma? Bah…

  4. Sergio
    20, outubro, 2008 em 08:13 | #4
    Excelente! Sobre internautas semi-analfabetos, temos a pior conclusão. O fato de nossos queridos acéfalos, pensarem que estão escrevendo corretamente ou de forma arrojada! (Argh!) Ignorancia essa, que, tende a piorar ainda mais com a reforma ortografica.
  5. Marco Bianco
    20, outubro, 2008 em 10:40 | #5
    É uma lástima vergonhosa simplesmente defenestrarmos séculos de evolução de nossa língua pátria juntamente com a nossa identidade nacional.
  6. Absurdo
    20, outubro, 2008 em 11:43 | #6
    Sempre haverá pessoas assim!

    Começando:
    sou um natural desses “países microbianos lusófonos”.
    Rectius: como sou português dificilmente poderia ser lusófono, certo?
    Mas também não sou lusófobo, como você poderá parecer com esse texto arrogante.
    No entanto, nem por isso deixo de estar incluído no grupo dos nacionais de um país microbiano, se comparado com o Brasil.
    Achei interessantíssima a sua tese: os países falantes de uma língua com menos população deverão prestar vassalagem linguística ao gigante populacional.
    Já estou a ver movimentos semelhantes no EUA, obrigando o Reino Unido, Canadá, Austrália, etc, etc, a submeterem-se à norma linguística norte-americana. Ou no México, alcandorado a Mestre Supremo de La Lengua Española.
    A língua deixa de ter proprietário a partir do momento em que diversos povos a adoptam como sua. O português brasileiro não é menos válido do que o falado no país de origem, mas não vejo qualquer mais-valia face ao falado e escrito em Moçambique.
    Leio muitos livros em português do brasil, para além da sua comunicação social.
    Tem razão, não se escreve bem nalguma comunicação social brasileira.
    Mas, mesmo quem se arroga de escrever bem, também falha.
    Vejamos:
    “No cenário infernal reinante no único país do mundo representativo da língua portuguesa, governado por uma elite essencialmente corrupta,”
    esta frase, tal como está escrita, quer dizer o quê?
    Que o Brasil é o único país do mundo representativo da língua portuguesa?
    É que, tal como está escrito, é esse o seu significado.
    Ou quererá dizer que o Brasil é o único país do mundo representativo que é governado por uma élite essencialmente corrupta?
    Se assim for, a vírgula a seguir a “portuguesa” no seu texto está a mais.
    Pois é, a pontuação no português, brasileiro ou timorense, não é para qualquer um.
    Já agora, o português é uma das línguas mais herméticas do planeta????
    Mas que línguas é que você conhece?? Experimente alemão, húngaro ou grego moderno, só para não saírmos da Europa.
    Numa coisa concordamos:
    o acordo ortográfico parece-me desnecessário. Nunca tive problemas em ler o português brasileiro, o qual conservou formas arcaicas do português europeu, como nunca ouvi um brasileiro a dizer que teve dificuldades em ler o português europeu. Bem mais dificuldades tem um português em ler e entender Aquilino Ribeiro do que Jorge Amado.

  7. Reginaldo
    20, outubro, 2008 em 15:03 | #7
    Não me meto em briga de cachorro grande! Apenas achei o texto interessante e meio preconceituoso.
  8. 20, outubro, 2008 em 17:21 | #8
    Amigo, você está reclamando sem nem saber do quê.

    Para sua informação, pesquise para aprender o que é lusófono, para ver que não tem a menor razão em ficar ofendidinho.

    Com essa capacidade de interpretação de textos, aliás, não é de se admirar que esteja tão exaltado…

  9. Marília
    20, outubro, 2008 em 17:41 | #9
    Concordo plenamente com o rapaz acima. Seu post e os demais comentários estão cheios do que se chama de “preconceito lingüístico” e seus mitos, por exemplo, de que o “português é uma língua muito difícil”. Qualquer um que se disponha de verdade a aprender o português conseguirá, assim como muitas pessoas conseguem aprender russo, decorar os milhares de ideogramas chineses… Isso foi criado para que os “acéfalos” (que adjetivo absurdo!) acreditem que realmente não sabem falar português, porque não seguem as normas gramaticais. É absurdo falar que o Brasil é o único país representativo de língua portuguesa. Pode não ter sido a intenção do autor, mas soa “nazista” essa exclusão das minorias. Porém, achei legal a atitude de entender que as pessoas que escrevem errado tiveram menos oportunidades ou ensino deficiente daqueles que se dizem os eruditos da língua. Recomendo que busque autores que já escreveram sobre o preconceito lingüístico para basear e elucidar sua decisão. E também sou contra a reforma ortográfica que visa a unificação do português. O que deve-se entender de uma vez por todas é que uma língua jamais será a mesma se é falada por povos diferentes, de culturas diferentes.
  10. 20, outubro, 2008 em 18:31 | #10
    Loas ao Microbiano Lusófono Anônimo!
    Sabem o que tenho na minha mesa neste exato momento? O “The New Webster Encyclopedic Dictionary of The English Language” impresso em 1969 e válido até os dias de hoje. Contraditoriamente, se eu for pegar um dicionário brasileiro de 1969, ele é um completo lixo.
    Lixo ficarão TODOS os livros didádicos anteriores a 2008, todos os dicionários, todos os editores de texto. A quem importa colocar no lixo todos os livros didáticos e todos os dicionários do país, senão a uma corja corrupta que mantém relações promíscuas com os fornecedores do governo?
    Recém tivemos uma reforma ortográfica em 1971 e não foi suficiente todo o prejuízo?
    Ninguém parou para fazer um levantamento dos custos de uma reforma ortográfica. O Brasil é um país de dimensões continentais, que opta não mais que de repente transformar em papel reciclado todos os seus livros, como se tivesse resolvido plenamente os seus problemas de educação.
    Por acaso, se a grana preta a ser gasta na reforma, fosse investida no sistema educacional não sairíamos ganhando?
    Parece que as nossas instituições preferiram continuar cegas à nossa tragédia educacional em nome da “solidarização lusófona global”.
    Neste momento tenho na minha mesa o “Novo Aurélio – O Dicionário da Língua Portuguesa” editado em 1999. Enquanto o Webster de 1969 continuará me servindo, este imenso Aurélio já é lixo – num epitáfio em homenagem à burrice genuinamente brasileira. E ainda dizem que “Deus é brasileiro”… que Deus perdoe o nosso hiperbolismo!
    Além do mais, com o perdão dos irmãos de língua portuguesa do resto do mundo, vocês não têm a menor idéia do tamanho do Brasil.
  11. Absurdo
    20, outubro, 2008 em 19:33 | #11
    Meu caro senhor:
    Não estou a reclamar de coisa alguma. Comento criticamente um texto. O seu.
    Compreenderá que não siga o seu conselho: bem sei o que é lusófono. O que tenho dificuldade é em perceber o nexo desse conceito com a eventualidade de ficar ofendidinho, que não estou nem alguma vez estive na minha vida. Se fosse ofendido, ainda poderia ser que encontrasse algum episódio na minha vida, embora não seja fácil encontar quem me ofenda, pois não é qualquer um.
    Não vejo de onde no meu texto retira a minha suposta exaltação. Não estou sequer incomodado. Apenas não concordo com diversas afirmações e teses ínsitas no seu texto e demonstrei-o, sem insultos ou insinuações, sem “ofendidinhos”, “capacidade de interpretação” ou “exaltados”.
    No meio de lugares comuns e preconceitos de que o seu texto está cheio, seria de esperar que agora respondesse, argumentasse. Preferiu a adjectivação do autor à exegese do texto.
    Julgava que poderia ter mais estofo e que gostasse verdadeiramente da língua portuguesa para a debater.
    Constato o meu engano. Há quem goste de criticar e lhe seja insuportável a menor crítica.
    Não vou perder mais tempo.
    Não o incomodo mais.
  12. 20, outubro, 2008 em 20:43 | #12
    Existe uma frase de Mario Quintana fantástica: “O verdadeiro analfabeto é aquele que sabe ler e não lê”.
  13. 20, outubro, 2008 em 21:32 | #13
    Criatura.

    Primeiro, quem escreveu o texto nâo fui eu, foi o Isaias; eu apenas comentei, assim como você.

    Segundo, comprovando que você não lê, apenas concatena fonemas, é PROIBIDO postar comentários anônimos aqui no VL, você o fez e ainda assim eu liberei seus comentários.

    Só existe uma coisa pior que troll: troll intelectualóide.

  14. Guido
    20, outubro, 2008 em 23:17 | #14
    Apesar de ser brasileiro, concordo plenamente com o colega de Portugal. Desmerecer outros países (subjulgados pelo ‘legítimo representante da língua portuguesa – Brasil – ) pelo número de falantes é de uma burrice sem tamanho.

    1- Atitudes como essa (baseadas em supremacia numérica e econômica)sempre foi o primeiro passo dos grandes crimes contra minorias. A atitude interna dos nacionais sempre foi a semente das destruições, desuniões e crimes contra as minorias. A arrogância nacional foi a criadora de guerras, como a segunda. Agora temos um novo arrogante pseudo-lingüista. Levantando uma bandeira de loucos ao afirmar que outros devem se domesticar frente aos brasileiros.

    2- Morei em Portugal durante algum tempo. E posso dizer com muita certeza: eles tratam a língua portuguesa infinitamente melhor que nós. Eles estão preocupados em apreender, ensinar e salvar o portugues. Se algum padrão deveria ser seguido, esse seria o português de Portugal. Nós, brasileiros, estupramos constantemente esse idioma. Nossos neologismos nascem sem forma e carregados de estrangerismo. Somos a nação do funk de favela e falamos como ela. Deturpamos a língua culpa com nossos: tu vai? tu viu? tu fosse? tu é? isso é pra tu…(é difícil ver um brasileiro flexionando a 2a pessoa). Plural aqui é coisa que não existe. Nosso presidente é um brasileiro (olha o trocadilho) mais-que-típico. Enfim… se começarmos aqui a elencar os erros freqüentes dos brasileiros ao falar e escrever…

    3- Desmerecer a importância de Portugal ao Português é de um embotamento metal tremendo. Não sei se o ilustre ‘bloguista’ já ouviu falar em União Européia. Pois aquilo não é mais só Portugal e sim algo que faz parte do bloco tecnológico, econômico, artístico e social mais importante do planeta. A União Européia caminha para uma unificação tão sólida que muitos já falam de federação. Ou seja: um grande e único país federado, assim como o Brasil. Quase sem importância alguma.

    4- Não sou um mestre escrevendo português, mas também penso que o ilustre Isaias Malta não é. Das idéias estúpidas nem quero mais falar. Quanto ao texto, cheira a um pedantismo típico de quem não sabe escrever: usa palavras que acha difícil (efeméride..nossa! tens mesmo um dicionário??) para tentar demonstrar conhecimento. Penso que faria mais impressão escrevento IDÉIAS melhores e utilizando melhor a vírgula. (bem fraquinho viu?)

  15. 9, novembro, 2008 em 12:47 | #15
    Quanto à ‘linguagem’, ainda temos uma invasão muito grande dos estrangeirismos, principalmente o inglês. Também não gostei da reforma ortográfica, prefiro as mudanças que acontecem naturalmente, por força de uso que consagra uma forma na língua. Sou contra a reforma ortográfica, ditada por interesse de editores.
  16. Luiz
    7, dezembro, 2008 em 09:19 | #16
    Não acho que a reforma ortográfica seja de todo mal. Afinal, se não fosse a reforma sansionada em 1971, pelo então presidente Médici, estaríamos escrevendo palavras como “sómente” até hoje. Apesar da reforma ortográfica atual errar quando pretende tirar o acento diferencial de palavras como “pára” e “para”, ela vem para unificar uma língua que vem ganhando cada dia mais prestígio. A prova de que é possível entrar em um consenso sobre o tema, é que o escritor português José Saramago (único Nobel de Literatura da língua portuguesa) afirmou, em sabatina promovida pela Folha de S. Paulo, que antigamente não lhe parecia importante a reforma ortográfica que tenta unificar o português usado em Portugal e no Brasil. Brasileiros e portugueses sempre se entenderam e isso parecia bastar, afirmou. O Nobel em Literatura destacou ainda que o fato de o Brasil ter mais importância internacional e um número bem maior de habitantes determinou que se impusesse o português do Brasil. Para Saramago, é preciso que a língua seja vista além das fronteiras de Portugal para que possa ser cosmopolita e importante.
    Diante de uma das maiores autoridades da literatura confessando que aprova a reforma não há como não refletir a favor da causa. se um escritor português, que certamente será um dos mais afetados pela mudança, afirma que a reforma é um avanço, quem pode contrariá-lo?
  17. Janir
    30, dezembro, 2008 em 00:38 | #17
    Depois de 50 anos emburrecendo o povo com a mídia, já era hora de dar mais um passo em direção ao buraco, certo?

    Certo. Acho que a reforma é imbom mesmo eles insistindo que é dupliplusbom o tempo todo na teletela.

  18. Carlos Alfaia
    14, março, 2009 em 15:31 | #18
    Você é um grandissíssimo asno! Nunca vi tanto preconceito. Estude mais a qusetão das difernças linguísticas e ortográficas. Reveja seus conceitos!
  19. Ana Carolina
    17, março, 2009 em 18:32 | #19
    Meu que poukinhas palavras mudaram do acento diferencial, tenho um trabalho a fazer sobre issso e eu só tenho essas palavras:Pára, Pólo, Pêlos,Pêra e Péla
  20. 22, março, 2009 em 16:45 | #20
    E na bunada não vai dinha?
  21. José
    24, março, 2009 em 20:30 | #21
    É evidente que qualquer um pode escrever os disparates que lhe perpassam pela alma.
    É claro que a história nos mostra à saciedade que frustações, preconceitos e outras maleitas já criaram grandes idiotas.
    Mas, senhores, a culpa não é deles! É de quem os lê e lhes releva qualquer importância.
    A bem dizer, acho que a palavra final se encontra com o Janio e no seu pedido: à dele e à do Isaías deverá ir tudo.
  22. Daniel Bastos
    2, novembro, 2010 em 19:49 | #22
    “O único português representativo no mundo é o brasileiro, frente ao resto dos países lusófonos estatisticamente desprezíveis. Então, a melhor reforma ortográfica seria Portugal e meia dúzia de gatos pingados espalhados desde os confins do Timor do Leste a uma parte de Hong Kong, terminando em Angola, adotarem o português do Brasil e ponto final.”… Por Deus…Fiquei assustado com esta frase!
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