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WordPress de alta performance: o guia definitivo

Alguns mitos e concepções superestimadas

Nessa coisa toda de otimizar o WordPress e de tentar passar adiante algum conhecimento adquirido é comum que alguns conceitos não sejam bem compreendidos, ou que sejam superestimados em função da não readequação do contexto em que são ensinados para o cenário de WordPress otimizado com um cache estático (como é o WP Super Cache configurado de acordo com o tutorial do Celso Lemes).

Os principais mitos que devem ser melhor compreendidos são os seguintes.

Compressão de páginas é algo demorado e dispendioso

Este é um dos melhores exemplos de meia verdade. Realmente, a compressão “on the fly” que os servidores web fornecem pode ser demorada e pesada em sites de alta visitação, porque implicam retrabalho de compactação dos dados a cada página visualizada.

Entretanto, a compactação provida pelo WP Super Cache é feita uma única vez na geração do arquivo de cache, e não toda e qualquer vez que a página é requisitada pelos visitantes.

Portanto, a compressão de dados do WP Super Cache deve ser mantida ativada para diminuir o tempo de carregamento do site, e a compressão (gzip) via cPanel deve ser muito bem pensada antes de ser ativada, e o mais provável é que você não precise dela para absolutamente nada.

Miniaturização de arquivos (“minify”) vai agilizar muito meu WordPress

A miniaturização de arquivos consiste em remover comentários, quebras de linha, espaços em branco, tudo o que for supérfluo ao código HTML que vai ser entregue ao navegador do visitante.

Tal técnica pode até fazer alguma diferença para quem não serve arquivos comprimidos para o visitante. Para quem segue os conselhos acima o “minify” deixa de ser importante, porque o tamanho final de um arquivo “minificado” é praticamente o mesmo de um arquivo em seu estado normal (não cabe aqui explicar a matemática por trás da compressão de dados, mas quem quiser saber mais UAPDG).

Cache em memória é melhor e mais rápido que cache em disco

À medida que o cache for crescendo e a memória do servidor sendo ocupada por arquivos que poderiam estar no disco sem causar danos a ninguém, os processos propriamente ditos vão ficando sem memória RAM para operar, ocasionando “swap” muito mais cedo do que se o cache não existisse. Logo, cache em RAM tem que ser muito bem pensado, ou em dois toques se mostrará um belo tiro no pé.

Usar uma CDN vai acelerar muito o carregamento das páginas

Vai, se a CDN for mais rápida do que o seu servidor, e se devido ao balanceamento de carga que lhe é necessário ela não ficar fazendo redirecionamentos antes de efetivamente entregar o conteúdo ao visitante. Na vasta maioria das vezes é mais vantajoso otimizar as imagens e conteúdos estáticos antes de publicar no próprio site (o que também é mais simples de manter) do que pagar para usar uma CDN que talvez nem venha a ser assim tão boa.

Vale dizer que a ideia do Noronha de usar um domínio parado como “CDN doméstica” é válida devido à simplicidade não vai sofrer com o efeito acima.

Domínios Cookieless são o caminho, a verdade, a vida

Este é outro conceito que merece um pouco menos de badalação. O tempo que o servidor web leva para gerenciar cookies é de microssegundos, fazendo muito pouca diferença no carregamento de uma página o fato de a imagem vir de um domínio cookieless ou não.

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Janio Sarmento WordPress , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

  1. 12, julho, 2010 em 22:11 | #1
    Olá Janio,
    Muito obrigado por citar meu artigo.
    Agradeço imensamente por todas as dicas em relação a otimização que você vem me passando. Realmente elas fazem toda a diferença em sites com muita visitação. Dá para economizar um bom bocado.

    Aproveito para recomendar a todos, os VPSs oferecidos na Porto Fácil. Já passei por diversas empresas de hospedagens e nenhuma delas chegou aos pés do serviço prestado pelo Janio. Nota 10!

    Abraço!

  2. 13, julho, 2010 em 10:16 | #2
    Celso.

    Obrigado eu por você escrever artigos tão bons, e obrigado pela recomendação! :-)

  3. 15, julho, 2010 em 22:31 | #3
    Jânio

    Vou colocar em prática o exercício de me desapegar de certos plugins, principalmente os de estatísticas.

    A duvida é se há algum dano a velocidade e funcionamento do blog, já que, pelo que me parece, alguns criam entradas, registros e sei la mais o que no banco de dados e etc…

    Abraços!

  4. 16, julho, 2010 em 04:03 | #4
    Um bom plugin deveria remover seus rastros automaticamente, ou pelo menos ter um script de desinstalação.

    Enfim, não tem como garantir por nenhum deles, mas com certeza nenhum rastro vai fazer mais danos do que um plugin de estatísticas ativo num blog.

  1. 14, julho, 2010 em 12:21 | #1
  2. 17, julho, 2010 em 20:53 | #2
  3. 17, julho, 2010 em 22:03 | #3